Pesquisadores da Unifesp e da startup BiotecBlue estão desenvolvendo bioestimulantes agrícolas a partir de microalgas cultivadas em resíduos de cervejarias e da criação de tilápia e camarões. Esse material que seria descartado é rico em nitrogênio, fósforo e carbono. Com apoio da FAPESP, o projeto busca transformá-lo em insumos sustentáveis e mais baratos que fertilizantes químicos convencionais. A biomassa produzida é rica em proteínas e betacaroteno, podendo ser usada na alimentação de peixes e camarões. Outros benefícios são a captura de CO2 durante a fotossíntese e o combate à proliferação excessiva de algas nos rios. Testes em lavouras de café, milho e banana em São Paulo e Minas Gerais já mostram solos mais saudáveis e plantas mais fortes. Leia mais na reportagem da Agência FAPESP. Para outras informações, consulte os dados do projeto FAPESP 22/01898-0.