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Sensores e eletrodos mais baratos

Sensores e eletrodos mais baratos

Ciência SP Agência FAPESP

Ano:2022

Pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos da USP desenvolveram um novo método que poderá tornar a fabricação de eletrodos e sensores até 66% mais barata. Os especialistas propuseram a troca de um reagente importado, o fotorresiste, que pode custar até US$ 1.000 o litro, por um adesivo cortado a laser, que garante alta eficiência e um custo menor. O método proposto favorece a fabricação de dispositivos em larga escala, além de demandar equipamentos e laboratórios menos sofisticados do que a fotolitografia, técnica tradicional utilizada na produção de microchips de computadores. O processo inovador pode contribuir para ampliar a produção de eletrodos utilizados em diversas áreas que demandam análises químicas, como a farmacêutica, a agricultura e, principalmente, a de diagnósticos em saúde. O projeto contou com a participação da UFSCar e da North Carolina State University, nos Estados Unidos, e foi financiado pela FAPESP.

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