Atividades como pecuária, agricultura e exploração de lenha têm causado um processo de degradação em larga escala na Caatinga que pode ser agravado pelas mudanças climáticas e resultar na desertificação. Para entender os impactos que o excesso de animais no pasto pode provocar no solo, uma pesquisa de longa duração está sendo feita em áreas de exploração pecuária no semiárido de Pernambuco por cientistas da USP e outras quatro instituições. Com apoio da FAPESP, um dos estudos mostrou que a simples interrupção do pastejo não recuperou a saúde do solo, mesmo após três anos de regeneração espontânea. O resultado reforça a necessidade de políticas públicas voltadas à recuperação da Caatinga e ao manejo sustentável das atividades agropecuárias, como a adubação verde e o plantio estratégico de árvores, garantindo a preservação dos serviços ecossistêmicos do bioma. Leia mais na reportagem da Agência FAPESP. Para outras informações, consulte o artigo científico e os dados dos projetos FAPESP 14/50279-4, 20/15230-5, 22/07490-2 e 23/18333-8.