Pesquisadores ligados ao Centro de Ciência Translacional e Desenvolvimento de Biofármacos (CTS), um Centro de Ciência para o Desenvolvimento (CCD) da FAPESP, desenvolveram um anticorpo monoclonal voltado para o tratamento da dermatite atópica e outras condições de pele. Com aplicação tópica em hidrogel, o novo fármaco age diretamente sobre a enzima responsável pela descamação excessiva, diminuindo os efeitos colaterais sistêmicos comuns em tratamentos com corticoides. A renovação da pele é um processo natural do organismo, mas em algumas patologias ela pode se tornar prejudicial. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a dermatite atópica afeta entre 15% e 25% das crianças e cerca de 7% dos adultos no Brasil. O medicamento já recebeu o registro de patente internacional. Nas etapas futuras, poderá ser produzido em escala-piloto para testes clínicos. Leia mais na reportagem da Agência FAPESP. Para outras informações, consulte os dados dos projetos FAPESP 21/11936-3 e 23/08872-9.