Pesquisadores da Unicamp e da Universidade de York desenvolveram uma estratégia para acelerar a busca por novos tratamentos contra a leishmaniose, uma doença tropical negligenciada e de alta letalidade. Utilizando engenharia genética, os cientistas modificaram os parasitas causadores da doença (Leishmania) para que emitissem luz em laboratório. Essa inovação permite rastrear, em tempo real, se potenciais medicamentos conseguem atravessar as defesas celulares e atingir o patógeno sem prejudicar o organismo do paciente. Nos experimentos realizados, um composto originalmente criado para combater o câncer (molécula WZ8040), inibiu com sucesso uma enzima (LmxCLK1) vital para a reprodução do parasita. A molécula se mostrou segura para as células humanas, mesmo em doses elevadas. Leia mais na reportagem da Agência FAPESP. Para outras informações, consulte o artigo científico e os dados dos projetos FAPESP 13/50724-5, 16/21171-6, 24/16466-3 e 18/09475-5.