Conhecida como o “hormônio do amor e do bem-estar”, a ocitocina é produzida no cérebro e atua promovendo apego, empatia e alívio da ansiedade. Uma versão sintética da substância, conhecida como carbetocina, apresentou em testes com animais o potencial de prevenir comportamentos ansiosos. Nos experimentos, ratos submetidos a repetidas situações de “derrota social” mostraram sinais de ansiedade em testes comportamentais. Quando tratados previamente com carbetocina, mantiveram comportamento semelhante ao do grupo-controle. Os resultados do estudo, conduzido na Unesp com apoio da FAPESP, reforçam o papel da ocitocina na modulação da ansiedade e abrem caminho para novas abordagens terapêuticas no futuro. Os autores ressaltam que ainda são necessárias mais pesquisas antes de qualquer aplicação clínica em humanos. Leia mais na reportagem da Agência FAPESP. Para outras informações, consulte o artigo científico e os dados dos projetos FAPESP 22/06260-3 e 11/19472-4.