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Nova espécie de água-viva

Nova espécie de água-viva

Ciência SP Agência FAPESP

Ano:2024

Um animal gelatinoso, com cerca de 10 centímetros de diâmetro. Visto de cima, apresenta duas faixas vermelhas cruzadas, que lembram a cruz de São Jorge. Esta é a nova espécie de água-viva (Santjordia pages) descrita por um grupo internacional de pesquisadores que inclui um brasileiro apoiado pela FAPESP, o diretor do Centro de Biologia Marinha da USP (CEBIMar), André Morandini. Proveniente das Ilhas Ogasawara, cerca de 460 quilômetros ao sul de Tóquio, a água-viva aparentemente só existe na Caldeira Sumisu, uma estrutura de origem vulcânica a 812 metros de profundidade. O local só pode ser acessado em expedições com equipamentos de ponta, como submersíveis guiados por controle remoto. O primeiro indivíduo da espécie foi coletado em 2002 e o segundo só foi avistado anos mais tarde, em 2020. Por ser tão diferente até mesmo de espécies próximas, os pesquisadores acreditam que a água-viva possa ter um arsenal de venenos bastante diverso dos conhecidos até então. Leia mais na Agência FAPESP. Para mais detalhes, consulte o artigo científico ou os processos 10/50174-7, 11/50242-5 e 13/05510-7.

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