Cientistas do Centro de Pesquisa e Inovação em Saúde Mental (CISM) desenvolveram um método inovador para diferenciar biomarcadores neurobiológicos em crianças e adolescentes com transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, o TDAH. O estudo, que teve apoio da FAPESP, analisou dados de 2.511 jovens de 6 a 14 anos, participantes da “Coorte Brasileira de Alto Risco para Transtornos Mentais”, projeto também conduzido no Centro. Os pesquisadores usaram um modelo baseado em riscos para refinar análises e aumentar a precisão na identificação de marcadores genéticos, volumetria cerebral e funções executivas associadas ao TDAH. A abordagem ajuda a superar as limitações dos métodos tradicionais, que simplesmente classificam se a pessoa tem ou não o transtorno. Em vez disso, considera diferentes níveis e variações da condição. O método demonstra potencial para ser aplicado a outros transtornos mentais. Leia a reportagem na Agência FAPESP. Para outras informações, acesse o artigo científico ou o processo FAPESP.