Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, com apoio da FAPESP e em parceria com cientistas da Polônia, desenvolveram uma ferramenta baseada em inteligência artificial capaz de prever a agressividade de tumores a partir da análise de proteínas específicas. O modelo gera um índice (stemness) que varia de baixo (zero) a alto (um) e indica o quanto as células tumorais se assemelham a células-tronco pluripotentes, aquelas com capacidade de se transformar em quase todos os tipos de célula do organismo humano. Quanto maior o índice, mais agressivo e resistente tende a ser o câncer. No trabalho, foram utilizados dados proteômicos de 11 tipos de tumores e mais de 1.300 amostras. A ferramenta também identificou proteínas associadas à agressividade, apontando novos alvos terapêuticos e contribuindo para a personalização dos tratamentos oncológicos. Leia mais na reportagem da Agência FAPESP. Para outras informações, consulte o artigo científico e os dados dos projetos FAPESP 19/14928-1 e 18/00583-0.