Estudo conduzido na Unesp (Presidente Prudente) constatou que oito sessões de estimulação elétrica transcraniana (tDCS, na sigla em inglês) promovem a melhora da resposta postural de pessoas com a doença de Parkinson, reduzindo o risco de quedas. A técnica consiste em aplicar uma corrente elétrica contínua de baixa intensidade na cabeça para modular a atividade cerebral. Considerado não invasivo, o tratamento já tem sido aplicado a casos específicos de depressão e testado na recuperação de pessoas que sofreram AVC. Financiada pela FAPESP, a pesquisa envolveu 22 voluntários com Parkinson. O protocolo também contribuiu para o que os cientistas chamam de “automaticidade no controle da resposta postural”, o que foi constatado pela redução do tempo que o cérebro demora para ativar o músculo envolvido na reação. Um mês depois, os efeitos benéficos da técnica ainda estavam presentes. Para mais informações, leia a reportagem na Agência FAPESP. Consulte também o artigo científico e os dados do auxílio FAPESP 23/12924-4.