Uma colaboração científica internacional identificou que a inibição da proteína PRMT5 pode ser uma estratégia promissora para combater a doença de Huntington, uma condição neurodegenerativa genética e hereditária, que causa a degeneração progressiva de células nervosas no cérebro. A pesquisa revelou que o bloqueio dessa enzima interrompe a formação do RNA mensageiro da huntingtina, o que impede o acúmulo tóxico dessa proteína nas células. Com apoio da FAPESP, os cientistas do Centro de Química Medicinal da Unicamp (CQMED-Unicamp) utilizaram inibidores químicos e técnicas de silenciamento gênico reduzindo significativamente os níveis da molécula causadora da enfermidade em testes laboratoriais. Isso oferece uma nova perspectiva para o desenvolvimento de terapias, visando tratar uma condição genética que atualmente não tem cura. Leia a reportagem na Agência FAPESP. Para outras informações, acesse o artigo científico ou o processo FAPESP 14/50897-0.