Desenvolvido pela equipe do Parque Arqueológico do Coliseu sob coordenação do arquiteto Marcello Balzani e apresentado na 7ª Conferência FAPESP 2026, o modelo combina escaneamento a laser, fotogrametria e a metodologia HBIM (Modelagem da Informação de Edificações Históricas), reunindo mais de 200 mil fotografias, cerca de 109 bilhões de pontos e aproximadamente 27 mil objetos digitais, associados a informações sobre materiais, técnicas construtivas, cronologia, intervenções e estado de conservação. Além de documentar com alta precisão a estrutura de quase 2 mil anos, o sistema permite integrar novos levantamentos, acompanhar fissuras e deformações e estudar a vulnerabilidade sísmica do monumento, transformando a representação digital em instrumento de monitoramento, manutenção preventiva e planejamento da conservação. A inteligência artificial também é empregada na identificação e classificação de materiais, enquanto especialistas de diferentes áreas permanecem responsáveis pela interpretação e validação dos dados. Leia mais na reportagem da Agência FAPESP.